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Capa do livro AI-Native Software Engineering, de Fabio Valencio
O livro

AI-Native Software Engineering

Um manual operacional para construir software com agentes sem terceirizar a engenharia para eles.

Quando agentes passam a implementar partes cada vez maiores de um sistema, saber gerar código deixa de ser suficiente.

Você precisa saber transformar intenção em decisões, levar contexto até a execução, coordenar o trabalho dos agentes, confirmar resultados com evidência e aprender com o que acontece depois que o software chega à produção.

Este livro organiza esse trabalho em um método de engenharia.

Edições em português e inglês.

O código mudou. O trabalho de engenharia também.

Ferramentas mudam em meses.O que você precisa saber não pode mudar com elas.

  • Um novo modelo escreve melhor.
  • Um novo agente trabalha por mais tempo.
  • Uma nova IDE automatiza mais uma parte do processo.

Nada disso responde às perguntas que continuam sendo suas:

  • O que exatamente precisa ser construído?
  • Que decisões não podem se perder durante a execução?
  • Que contexto o agente precisa para agir corretamente?
  • Como você sabe que o resultado está certo?
  • O que muda quando a realidade contradiz o que foi planejado?

AI-Native Software Engineering é sobre essas perguntas.

Não sobre aprender a operar a ferramenta do mês.

Do pedido vago ao resultado que pode ser defendido

O livro acompanha o trabalho inteiro.

  • Transforme intenção em algo executável

    Aprenda a sair de objetivos ainda ambíguos e chegar a requisitos, decisões, arquitetura, critérios e limites que não dependem de alguém “entender o que você quis dizer”.

  • Faça o contexto sobreviver à conversa

    Organize conhecimento, decisões e regras para que o próximo agente não precise reconstruir o projeto a partir de mensagens, memória ou suposições.

  • Coordene agentes sem entregar a responsabilidade

    Decomponha trabalho, defina fronteiras, organize execução e trate agentes como participantes de um sistema de engenharia, não como caixas de texto que recebem tarefas.

  • Confirme antes de confiar

    Use critérios, testes, revisão e evidência para distinguir “o agente disse que terminou” de “temos razões verificáveis para aceitar o resultado”.

O método

Definir. Orquestrar. Confirmar. Observar. [re]Definir.

Os cinco movimentos formam um ciclo porque software não termina quando o código é produzido.

  1. 01

    Definir

    Decida o que precisa ser verdade antes da execução.

  2. 02

    Orquestrar

    Organize agentes, contexto, ferramentas e ambiente para realizar o trabalho.

  3. 03

    Confirmar

    Confronte o resultado com critérios e evidência antes de aceitá-lo.

  4. 04

    Observar

    Veja o que acontece quando o sistema encontra usuários, carga, custo, falhas e realidade.

  5. 05

    [Re]definir

    Leve o que foi aprendido de volta às decisões e comece o próximo ciclo com um estado melhor.

O livro desenvolve esse ciclo como método de engenharia, não como sequência de comandos de uma ferramenta.

Não é um livro de prompts

É um livro sobre o que continua sendo responsabilidade do engenheiro.

  • Não importa se amanhã o modelo muda.
  • Não importa se sua equipe troca de IDE.
  • Não importa se um agente passa a executar uma tarefa que hoje ainda exige uma pessoa.

Intenção, arquitetura, contexto, critérios, responsabilidade, verificação e aprendizado continuam existindo.

É sobre essa camada que o livro trabalha.

Para quem está do outro lado da mudança

Se você já percebeu que “usar IA para programar” é só o começo, este livro é para você.

  • Você desenvolve software e já usa agentes

    mas percebeu que o ganho de execução começa a expor problemas de especificação, contexto e revisão.

  • Você lidera pessoas que usam agentes

    e precisa criar um processo em que velocidade não destrua arquitetura, qualidade ou responsabilidade.

  • Você projeta sistemas

    e precisa entender como decisões e restrições chegam intactas até uma execução cada vez mais automatizada.

  • Você constrói produtos de IA

    e quer tratar agentes, evals, contexto e verificação como engenharia de sistemas, não como uma coleção de prompts.

  • Não é uma introdução a programação.
  • Não é um catálogo de ferramentas.
  • Não é um guia de “prompts que funcionam”.
Do livro para um projeto real

O método não termina na última página.

DOCOD também possui uma implementação open source de referência.

O livro explica os princípios, as decisões e o modelo mental.

O runtime mostra uma maneira de tornar parte desse processo executável: documentos conectados, aprovações vinculadas ao conteúdo, trabalho derivado de decisões e verificações sustentadas por evidência.

Você pode ler o método sem usar o runtime.

E pode inspecionar o runtime para ver como essas ideias se comportam quando deixam o papel.

AI-Native Software Engineering

Leia antes de decidir.

Receba gratuitamente um capítulo e avalie a tese, a profundidade técnica e a forma como o método é construído.

Sem resumo de marketing. Leia o próprio livro.

ou

por Fabio Valencio

Disponível em português e inglês.